– Separação, reatamento, noivado, tudo em tão pouco tempo… Quando ficou nítido que não poderia ficar longe do Spinello?
– Acho que o primeiro indício foi na viagem com a minha avó Nilzete aos EUA, quando passei o primeiro Dia dos Namorados em dez anos sem ele. Tive uma crise de choro e levei um sermão da vó. Ela disse que, se eu o amava tanto, o que fazia lá sem ele?
– Como acatou o conselho?
Pela primeira vez, ele organizou tudo, fui sem saber de nada.
– E aprovou o roteiro?
– Tudo era perfeito. Mas tinha um dia que não fazia o menor sentido. A gente ia para o Porto e dormiria em um local que nem o GPS encontrava. Levamos um dia para chegar. Mas posso dizer que foi o lugar mais mágico em que estive, um hotel butique deslumbrante, no meio do nada. Spin se superou, porque eu sempre fui a romântica da relação. Para jantar, seguimos por um caminho de tochas até a praia, onde estava tudo decorado, com almofadas, mesas, vinho e champanhe… Toda mulher tinha de passar porisso ao menos uma vez para se sentir especial. Depois, ele se ajoelhou, tirou o anel e me pediu em casamento. Levei um susto e respondi: ‘Acho que está cedo para este passo’. Imagina, só 10 anos de relação. (risos) Mas aceitei ali reatar o nosso namoro.
– E quando topou casar?
– As decisões da cerimônia estão sendo tomadas em conjunto?
– Spin é um noivo atípico, ele sempre idealiza casamentos em novela, já deve ter feito uns 20. Agora em seu próprio, vai ser a primeira vez que não vai decidir quase nada. (risos) Mas por toda a experiência, acabou dando algumas soluções ao cerimonialista Roberto Cohen. Por exemplo, eu disse que queria casar no céu.
– Como assim?
– Surpresa! (risos) Mas, na hora, Spin resolveu, disse para armarem uma estrutura aqui, outra lá… Também falei que não quero só aquele pingo de pétala branca, quero logo uma ‘chuva’.
– Como será o vestido?
– Sobra tempo para outras coisas, como cuidar da forma?
– Engordei um pouco nas férias. Mas, a partir de dezembro, passei a priorizar os cuidados comigo. Não adiantava só um casamento lindo. E a noiva? Além da dieta, faço diariamente exercícios aeróbicos. A doutora Heloisa Rocha também me ajuda com tratamentos, drenagem linfática… Já emagreci quatro quilos, mas quero perder mais alguns. O ideal seria casar com 53.
– Como acha que vai se comportar no grande dia?
– Pode parecer tenso, mas para uma pessoa pública, acostumada às críticas, em ser o centro das atenções, acho que é mais fácil. Como já casei sete vezes em novela, fiz muitos editoriais de moda, já ensaiei bastante. Por isso, creio que será tranquilo, apesar de que, no noivado, chorei horrores, confesso.
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