“Eu tenho muita sorte, eu tenho o privilégio de pegar sempre bons personagens, que combatem algum tipo e preconceito. Para mim, não tem graça fazer um personagem por fazer. Eu preciso estar passando alguma mensagem positiva para o público”, disse o ator.
“É isso que importa pra mim. Eu prefiro ter um personagem menor que passe uma mensagem para o Brasil do que um personagem grande sem uma história para contar”, garante o príncipe encantado de Perséfone, que vem chamando a atenção do público feminino.
“As mulheres ficam encantadas porque ele é como um príncipe, é uma história de conto de fadas”, comentou Rodrigo.
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